TJ nega pedido de habeas corpus e mantém Cristiane Marinho presa

Policial

13/06/2017 às 12h32

TJ nega pedido de habeas corpus e mantém Cristiane Marinho presa

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JOÃO PESSOA - A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), negou pedido de habeas corpus e manteve em presa em regime fechado, a soledadense, Cristiane Marinho.

 

Ela está no cárcere desde o dia 17 de maio deste ano durante a Operação Narcos.

 

O pedido negado referente ao processo 0802450-93.2017.8.15.0000, divulgado no Diário Eletrônico nesta segunda-feira (12), foi analisado pelo desembargador, Carlos Martins Beltrão Filho.

 

A defesa de Cristiane alegou no pedido de liberdade provisória "alegando que não há embasamento fático ou legal para a manutenção de sua prisão preventiva".

 

Ainda segundo a defesa da acusada, "a persecução penal deve ser analisada sob a ótica do direito penal eleitoral, e não inserida numa temática donde se busca condenação por crimes como tráfico de drogas, homicídios e roubos a instituições bancárias, argumentando que não há comprovação de que a paciente tenha participado efetivamente dos citados crimes cometidos pela organização criminosa".

 

Por fim, argumenta ainda em favor de Cristiane, que ela é mãe de seis filhos, sendo quatro crianças e que não oferece risco à sociedade.

 

prisão é mantida

 

Porem o TJ decidiu manter a decisão da juíza da Comarca de Soledade, que já havia negado o pedido de liberdade provisória em favor de Cristiane, alegando que ela "é apontada como participe de uma organização criminosa atuando no cometimento de crimes como, tráfico de drogas ilícitas, homicídios, roubos e crimes eleitorais, vindo a prisão a ser decretada nos autos em virtude de sua periculosidade e de suas constantes ações no planejamento dos delitos praticados pela organização criminosa, tudo isso após minucioso trabalho de investigação policial que culminou com a deflagração da Operação Narcos, ocorrida no dia 15 de maio de 2017, que cumpriu mandados de prisão e busca e apreensão nesta cidade (Soledade)".

 

A decisão informa ainda que Cristiane é ré em outros processos na Comarca soledadense, "sendo necessária a manutenção de sua prisão preventiva como forma de resguardar a ordem pública".

 

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Da redação

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