Secretaria Estadual de Saúde faz avaliação e recomendação da cobertura vacinal nos municípios

Saude

11/01/2018 às 11h51

Secretaria Estadual de Saúde faz avaliação e recomendação da cobertura vacinal nos municípios

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Diante da necessidade de melhorar as coberturas vacinais, a Secretaria de Estado da Saúde (Ses), por meio do Núcleo de Imunizações, apresenta às Secretarias Municipais de Saúde os resultados parciais de vacinação em 2017.

 

A intenção é avaliar a vacinação em cada município, comparando o primeiro e segundo semestre do calendário vacinal em crianças menores de um ano, um ano e adolescentes (HPV) preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

 

“É de fundamental importância que todos os gestores municipais de saúde articulem e estruturem suas salas de vacina para melhor funcionamento das mesmas. É importante lembrar que, para termos boas coberturas vacinais e evitarmos o ressurgimento das doenças imunopreveníveis, não depende apenas de ofertar as vacinas, mas também ter o correto controle e registro das doses aplicadas através do sistema oficial de alimentação, o SI-PNI, além de garantir o acondicionamento adequado dos imunobiológicos na cadeia de frio”, alerta a chefe do Núcleo de Imunizações da SES, Isiane Queiroga.

 

Os dados ainda são parciais e o gestor municipal de saúde tem até o próximo dia 31 de março para avaliar e fazer os ajustes necessários para a melhoria da cobertura vacinal no sistema de informação.

 

“Para que as vacinas, enviadas mensalmente pelo Ministério da Saúde, cheguem em quantidade suficiente para a população-alvo de cada município, é preciso que o sistema (que informa as doses aplicadas) esteja alimentado corretamente. Alertamos aos gestores que mantenham os dados atualizados”, informa Isiane.

 

Os gestores das secretarias municipais de Saúde receberão, via web, o informativo completo com a avaliação e recomendações do Núcleo de Imunizações da SES.

 

PNI

 

O Programa Estadual de Imunização da Paraíba tem investido na melhoria das coberturas vacinais, na conservação adequada dos imunobiológicos, qualificação das equipes, na ampliação do acesso à vacinação e, consequentemente, erradicação e controle das doenças imunopreveníveis.

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