Rombo de R$ 2.187 milhões no Ipsol preocupa vereadores oposicionistas

Econômia

15/11/2018 às 15h36

Rombo de R$ 2.187 milhões no Ipsol preocupa vereadores oposicionistas

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SOLEDADE (PB) - Os combativos vereadores da oposição, Leleto (PSDB) e Netinho de Joaninha (Avante), estão deveras preocupados com o rombo no Instituto de Previdência de Soledade (Ipsol) na gestão Geraldo Moura Ramos (PP) que, em menos de dois anos, já somam a quantia de R$ 2.187 milhões.

 

Os parlamentares disseram que o sinal amarelo do Ipsol já está aceso e que o problema pode afetar no médio prazo as aposentadorias dos servidores do Município.

 

Segundo Leleto, em 2017, o prefeito enviou um projeto à Câmara de Vereadores, solicitando o parcelamento de R$ 1.191 milhão, juntando dívida deixado pelo ex-prefeito, Zé Bento e pelo atual.

 

No entanto, lembra o parlamentar, o prefeito não pagou as parcelas.

 

"É muito preocupante a situação do Ipsol, pois já temos mais de R$ 2 milhões de rombo. O prefeito agora quer parcelar R$ 1.191 em 240 meses e os outros R$ 996 mil em 40 meses. Mas como assim, se ele não está pagando nem a parcela do financiamento anterior, como vai pagar duas parcelas em um único mês? Tem como pagar? tem! Agora, falta Geraldo querer pagar", pontua Leleto.

 

Netinho, por sua vez, disse que falta à gestão ter compromisso e planejamento.

 

Ele lembra que foi diretor financeiro do Ipsol por 13 meses, na gestão do ex-prefeito, Flavinho Aureliano, e que pegou o instituto com aproximadamente R$ 5 milhões em caixa, não fez nenhum parcelamento de dívida na Câmara e, mesmo assim, entregou a entidade com cerca de R$ 12 milhões em caixa.

 

Recentemente, o Tribunal de Contas do Estado (TCE), emitiu alerta à Prefeitura Municipal, no sentido de sanar várias irregularidades constatadas no Ipsol.

 

Da redação

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