"Ela está dilapidando o patrimônio do meu pai", diz filho de ex-namorado de professora

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11/03/2019 às 10h44

"Ela está dilapidando o patrimônio do meu pai", diz filho de ex-namorado de professora

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Edson Marinaldo Batista da Conceição, manteve contato com o helenolima.com nesta segunda-feira (11) e negou ter ameaçado a professora, Neguinha de Lourenço, gestora da Escola Estadual Cidadã e Técnica Marechal Almeida Barreto, conforme relatado pela própria a este veículo de comunicação.

 

Ele é filho do senhor, Antonio Paulo, que era viúvo e morreu recentemente em Juazeirinho, vítima de infarto e namorado da educadora e, para comprovar a paternidade, nos enviou cópia do exame de DNA.

 

Segundo ele, Neguinha, em momento nenhum, teve união estável com o seu pai, pois sequer tinha a chave da casa de seu Antonio.

 

"Essa senhora aí namorou com ele por um período de 1 ano e 8 meses. Para se ter uma ideia, ela não tinha nem a chave da casa dele. Chegava lá a noite, batia e ele abria. Ou seja, que união estável é essa, que a mulher sequer tem as chaves da casa?. Para se ter uma ideia, quando meu pai morreu, foi preciso um vizinho emprestar uma escada, que o filho dela usou para pular o muro e ter acesso ao interior da residência, que constatou que ele estava morto na área", afirma Edson.

 

Ele alega que a professora não construiu absolutamente nada em termo de patrimônio com o seu pai.

 

"Essa senhora não construiu absolutamente nada com o meu pai. Tudo que ele tinha foi construído ao lado da ex-companheira dele, Ângela, que faleceu faz pouco tempo", pontua.

 

De acordo com Edson, familiares foram ao velório de seu Antonio e, ao  voltarem, a casa já estava fechada.

 

"No terceiro dia, na sexta-feira, a gente voltou pra lá e ela disse: 'daqui não saio, daqui ninguém me tira'".

 

Edson acusa a professora de dilapidar o patrimônio do seu pai e afirma que a família já abriu um inventário e que se ela diz que tem direito, se habilite no inventário e deixa a Justiça decidir.

 

"Ela está dilapidando o patrimônio do meu pai, pois usa o carro dele junto com o filho, mas não pagou sequer o IPVA. A casa, no Alto dos Medeiros, nem a água ela pagou, pois já foi cortada. Só vai lá usar a piscina para fazer farra. Se ela diz ter direito, se habilite no inventário, pois qualquer pessoa pode participar. Se tiver direito, deixe que o juiz decida", pondera.   

 

"Ela vai ter que sair de lá (da casa). É uma tristeza muito grande porque, além da dor de ter perdido um ente querido, ainda ficamos nessa situação", lamenta Edson.

 

Por fim, Edson diz que cinco irmãos de seu Antonio, foram à Delegacia de Polícia Civil, prestar uma queixa, pois Neguinha e o filho, estão usando o carro do falecido e, para se resguardar de algum acidente cometido ou multas, a Justiça já fica sabendo que não é ninguém da família do falecido que está utilizando o automóvel.

 

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Da redação

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