Emepa faz pesquisa sobre uva Isabel Precoce para plantio na Zona da Mata

Agricultura

10/01/2017 às 13h44

Emepa faz pesquisa sobre uva Isabel Precoce para plantio na Zona da Mata

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A produção de uvas Isabel Precoce que se adaptou bem ao clima serrano de Natuba, no Agreste paraibano, está sendo testada pela Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária (Emepa), empresa integrante da Gestão Unificada, para cultivo na região da Zona da Mata.

 

Entre os objetivos dos testes, está a criação de mais uma alternativa de renda para o agricultor familiar.

 

Na Unidade Técnica Experimental, localizada na Estação Experimental Cientista José Irineu Cabral, em João Pessoa, está sendo desenvolvido um experimento com 80 plantas numa área de 320m², utilizando o espaçamento de 2m x 2m, no sistema de condução de espaldeira, e irrigadas por microaspersão invertida.

 

Objetivo é avaliar o desenvolvimento em produtividade da videira Isabel Precoce em condições pedoclimáticas da mesorregião da mata paraibana e disponibilizar material propagativo para futuras áreas de produção de uvas, informou o pesquisador da Emepa, Clóvis Coelho da Silva.

 

Os primeiros resultados da área experimental são satisfatórios, devendo, em breve, ser disponibilizadas as mudas.

 

A primeira produção está prevista para maio de 2017, quando também deverá iniciar a multiplicação de mudas destinadas aos agricultores familiares.

 

A concentração da produção de uva está na região da Natuba, onde a Isabel Precoce se adaptou bem e, apesar alto custo de implantação, a atividade tem assegurada uma rentabilidade de produtividade e bom retorno financeiro.

 

Quem desejar iniciar a atividade de produção de uvas, a Emepa tem todas as orientações, inclusive constante em uma publicação editada pela Emepa, de autoria dos pesquisadores Clóvis Coelho da Silva, Ivonete Bento Menino e Sebastião de Oliveira Pereira disponível aos interessados.

 

Por meio das pesquisas realizadas pela equipe técnica da Emepa, vários pontos são apresentados para se obter uma boa produtividade: uso de produtos alternativos para o controle de pragas e doenças, em substituição aos agrotóxicos, fertilização orgânica na época adequada, capacitação de produtores de uva para repasse das alternativas tecnológicas apropriadas visando a melhoria produtiva da cultura, preservação e uso correto dos recursos naturais e a preservação ambiental.

 

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